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Mensagem:
A missão Evangélica de Amparo ao Menor, foi
criada pela MEUC de Ijuí em 1993, para dar um espaço
àquelas crianças que não tiveram um bom
lar para viver dignamente. É impressionante como a
palavra de Deus é moderna e atual. Talvez nunca foi
tão necessário como hoje darmos atenção
especial as nossas crianças. Principalmente os pais
têm um papel muito importante que não devem transferir
às babás, às creches, às professoras...
Filhos devem nascer no seio de uma família constituída
de pai e mãe, onde também deveriam se desenvolver.
Apesar dos pais criarem seus filhos com muito amor, em grande
parte das famílias se fizeram presentes os desajustes
familiares, em maior ou em menor grau, evidenciados pela realidade
crescente em nossa sociedade, principalmente nas últimas
décadas. Então, só colocar amor na educação
dos filhos sem lhes cobrar nada, é uma receita que
não dá certo, falta aí algum ingrediente
para que se possa ter sucesso na nossa tarefa. Amemos nossas
crianças e sejamos exemplos dignos de serem seguidos.
Esta é uma das tarefas de um pai e uma mãe.
Antes que as situações difíceis se instalem,
devemos pensar é na prevenção dos problemas.
Pai e mãe tem que ser um só, uma unidade na
orientação dos filhos. Os pais podem ter idéias
e posicionamento diferentes, mas uma vez decidindo sobre algum
assunto ou situação, os dois devem unir-se,
ser um só, conduzindo, orientando, educando. Precisam
estar alertas para qualquer tipo de comportamento de seu filho,
sendo esta uma tarefa difícil, pois, o comportamento
normal de um jovem muitas vezes nos parece totalmente inadequado.
Frente as dificuldades de orientar e educar um filho, muitas
vezes precisamos reformular a maneira de agir, abandonando
modelos de comportamentos. Devemos optar pela ação,
não pela reação. Ao reagir as atitudes
do filho, automaticamente estaremos perdendo o controle da
situação. Devemos estar atentos e preparados
para tais situações, onde devemos reconduzir
o fio da conversação com calma, mas com firmeza.
Criar regras de disciplina para a conduta dos filhos, de maneira
coerente, com firmeza e sabedoria, observando sempre para
não incorrer no erro ou do autoritarismo ou da liberdade
total que são altamente prejudiciais. Essa tarefa não
é nada fácil, todos nós sabemos. Não
se pode perder de vista que os pais também são
humanos, possuem limitações e fraquezas. O respeito,
a compreensão e o amor devem nortear nosso relacionamento
com o mundo, mas é necessário dizer NÃO
algumas vezes, seriamente.
Quando as situações do dia-a-dia se tornarem
difíceis de lidar, quando o filho apresenta comportamento
alterado demais, é hora de agir e procurar ajuda. Deixar
o "barco correr" só vai piorar as coisas.
A crise pode ser momento de crescimento. De uma crise bem
administrada surge a possibilidade de uma grande mudança.
Um abraço a todos
Márcio
Jonas Hass
Administrador
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